domingo, 7 de novembro de 2010

1º Festival de Teatro de Ribeirão Preto


Depois de muita luta, o resultado!É declarado aberto o I Festival de Teatro de Ribeirão Preto.
Parabéns a todos artistas, produtores, estudantes e cidadãos de Ribeirão Preto.
De 07 a 17 de novembro Ribeirão Preto terá, teatro, oficinas, bate-papo, café filosófico e o 3º Fórum Permanente de Cultura de Política Pública de Teatro para Ribeirão Preto, no dia 17. A programação será realizada em diversos pontos do municipio, com 14 companhias teatrais.

Os espetáculos que estão na programação do 1º Festival de Teatro de Ribeirão Preto serão apresentados no Theatro Pedro II, Teatro Municipal, Auditório Meira Jr, Calçadão da Praça XV de Novembro, Parque Maurílio Biagi, praça em frente ao Centro Universitário Barão de Mauá - Unidade Jd. Paulista e teatro da Unidade Jd. Irajá. Ao final de cada apresentação, um crítico de teatro convidado para o Festival participará de um bate-papo com a companhia que se apresentou, para opinar sobre as peças.

Dia 07/11
17h - Pq. Maurilio Biagi (Livre)
“João de Barros - Mais Uma Brincadeira Poética”
(Engasga Gato: Fausto Ribeiro, Gabriel Galhardo, Monalisa Machado, Márcio Bá, Poliana Savegnago da Silva)
Uma menina avoada, um contador de histórias, um cabeludinho e um desinventor de objetos. Os quatro à bordo de uma carroça equipada apenas com o necessário para realizar grandes despropósitos, embarcam numa aventura que se inicia numa manhã desabrochada a pássaros e só termina depois que o dia envelheceu. Liberdade caça jeito!


Dia 07/11
20h - Theatro Pedro II (12 anos)
“O Círculo de Giz Caucasiano”
(IX Turma: Adriana Scannavez, Ana Carol Veiga, Andressa Morilha, David Berestinas, Débora Ozelami, Iana Montanha, Jana Frasson, Jean Carlos Mazzier, Juliana Leite, Laura Defávori, Manuela Pereira, Mabru Rodrigues, Marcela Del Bianco, Nathália Fernandes, Priscila Pivello, Samuel Dino, Tarso Eric, Thaís Foresto, Walter Pincerati Jr., Wellington Marques, Dino Bernardi)
Da obra de Bertolt Brecth, a montagem da 4ª Turma do Curso de Artes Cênicas do Centro Universitário Barão de Mauá é o ápice de uma busca iniciada quatro anos atrás quando este jovem elenco decidiu por um profissionalização na arte teatral. O texto escolhido é uma importante obra do autor alemão que apresenta, sob o ponto de vista sociológico e político, uma fecunda discussão sobre as relações sociais. O processo de montagem envolveu uma extensa pesquisa e discussão sobre o contexto em que a peça foi escrita e a pertinência para o público atual. A peça explora questionamentos acerca da liberdade individual, da burocracia institucional e a seqüência de golpes, corrupção e intolerância que marcam o enredo podem ser transportados às histórias do Brasil de hoje. A encenação trabalha com características do teatro épico, envolvendo a narrativa e o coro de atores que se transformam para todos as necessidades da cena. O diretor Dino Bernardi, com um olhar peculiar do artista plástico e do encenador teatral, consegue um espetáculo direto e envolvente.


Dia 08/11
18h30 - Praça Barão de Mauá. (Livre/Rua)
“Ubu Rei”
(Cia Teatral Boccaccione: Karol Nurza, Lilian Amantea, Marcelo Ribeiro, Michel Masson, Milton Ávila, Naná Bertchelly, Nathália Fernandes, João Paulo Fernandes, Tânia Alonso/João Paulo)
Dando continuidade à pesquisa de teatro de rua, a Cia. Teatral Bocaccione apresenta a adaptação livre de "Ubu Rei", do dramaturgo francês Alfred Jarry, onde se expõe ao público o jogo artístico entre atores e oficinandos (que participam anteriormente de uma oficina preparatória para o espetáculo), e permite que este jogo seja assumido através do compromisso com o risco dos imprevistos tão presentes e necessários ao teatro de rua.
"Ubu Rei" conta a história do bufão Ubu, que de forma absurda e influenciado por sua mulher ambiciosa, decide matar o rei de O Lugar, para ocupar o trono. Porém, depois da conquista, revela-se cruel, estúpido, e o seu pensamento político é absurdo, transformando-se em um tirano sangüinário que proferir verdades inquietantes, como verdade saindo da boca de uma criança.


Dia 08/11
20h – Teatro da Universidade Barão de Mauá – R. Chile, 845 (14 anos)
“Roleta Russa”
(Cia Ainda sem Nome: Michelle Maria, Flávio Racy, Cleire Jázequél, Gabriela Lucenti, Lucas Sagara, Flávio Racy)
A peça mostra a história de 5 pessoas que se vêem em situação limite provocada pelas circunstâncias de suas vidas. O encontro dessas pessoas leva a um acontecimento que ficará marcado para sempre em suas histórias e é desse acontecimento que eles vão tirar as lições que precisam para seguir em frente. “Roleta Russa” mostra o momento exato em que somos obrigados a tomar decisões e questiona as reações que temos quando somos pressionados e confrontados. A verdadeira roleta está constantemente em nossas mãos e reside na decisão que tomamos em cada momento.



Dia 09/11
20h - Teatro da Universidade Barão de Mauá – R. Chile, 845 (14 anos)
“Antes Tempo”
(Núcleo Antestempo: Fabiana Fonseca, Márcio Bá, Alexandre Peres, Raphael Funchal, Ana Carolina da Silva, Bianca Gonçalves, Marina Madeira)
Inspirado nas histórias, músicas e na poesia de pessoas da cidade de Pitangueiras e de Santo Antônio da Alegria e nas músicas da Cultura Popular Brasileira, o espetáculo pretende refletir sobre o poder do som, da música como manifestação da fé e da ligação do homem com o sagrado – “estar num outro tempo, num antes tempo, e sobretudo Ouvir... os antigos ensinamentos, as poesias dos Santos Reis, as belas melodias, os cantos de morte... Ouvir as flores, sorrir com a alma e orar dançando” - assim é Antestempo.

Dias 9 e 10/11
Das 18h30 às 21h30, na Oficina 3
Oficina “Dramaturgia para Teatro Infantil e Jovem”
Grátis - 20 vagas. Inscrições: matricula@ribeirao.sescsp.org.br
Objetivo: abordar na prática as características e as formas de escrita dramática para o teatro destinado às crianças e jovens. Para Interessados em geral, escritores e dramaturgos diletantes, estudantes e atores.
Coordenação de Marcelo Romagnoli: diretor e autor dos espetáculos da Banda Mirim. Formado em Direção Teatral pela ECA-USP e História da Arte pelo Instituto Lorenzo de Médice em Florença-Itália. Ganhador dos Prêmios APCA 2004 e 2008, Prêmio FEMSA 2004 e 2008 e Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2008.


Dias 9, 10 e 11/11
Das 14h às 18h, no Galpão de Eventos e Oficina 3
Oficina “Corpografia, Coreografia e Ritmo: Processo Criativo em Teatro”
(Acima de 16 anos) Grátis - 25 vagas. Inscrições: matricula@ribeirao.sescsp.org.br
Objetivo: a partir do desenvolvimento coletivo de exercícios e jogos, esta oficina procura construir um espaço onde seja possível um reencontro com a criatividade concreta da linguagem corporal.
Coordenação de Eduardo Osório: ator da Boa Companhia de Campinas, mestre em Artes Cênicas pela Unicamp, doutorado em Artes Cênicas na mesma universidade com o projeto “O animal humano e o corpo cênico”, sob a orientação de Verônica Fabrini.



Dia 11/11
19h30, no Auditório Meira Jr. (Livre)
“Café-Filosófico com Viviane Dias”
Atriz, dramaturga e professora de teatro. Entre seus últimos espetáculos, destacam-se "A vida de São Benedito", direção Pino di Buduo, Itália; "Mamulengos na Europa"- apresentado na Dinamarca, Grécia e Itália, pela Estelar de Teatro; "Alice", direção Ismar Rachmann (atriz e dramaturga), com a Estelar de Teatro, em cartaz no Sesc Consolação; "Bexiga -Uma Bela Vista" - direção Roberto Lage (atriz e dramaturga); "Em Alguma Margem, no Rio", direção Jairo Mattos (dramaturga); BarGaia, direção Jairo Mattos (atriz e dramaturga); e o monólogo "Dentro da Floresta- Rashomon", direção Alberto Resendes.



Dia 11/11
21h - Teatro Pedro II (16 anos)
“Rockantygona”
(Com Luis Melo, Larissa Bracher, Armando Babaioff e Marcelo H. Concepção e Direção Guilherme Leme. Co-Direção Miwa Yanagizawa. Dramaturgia Caio de Andrade)
A história conta a trajetória de Antígona, que deseja enterrar seu irmão Polinices, morto em combate contra Tebas. O governante da cidade, Creonte, decreta que os mortos que atentaram contra a cidade não recebessem enterro ou qualquer rito funerário. Antígona desafia as leis e enterra o irmão, sozinha, sendo depois presa e condenada à morte. Uma montagem contemporânea da clássica tragédia de Sófocles.


Dia 12/11
14h às 17h
Workshop “Função Social Do Palhaço”
Grátis - 30 vagas. Inscrições: projetos@cultura.pmrp.com.br
Cia. Vagalum Tum Tum tem como tema e será realizado no Auditório da Secretaria Municipal da Cultura. É destinado a artistas, estudantes de teatro, professores e interessados em geral.


Dia 12/11
15h - Teatro Pedro II (4 anos)
“Filhotes Da Amazonia”
(Cia Pia Fraus – São Paulo, SP)
O espetáculo mais recente da companhia, ilustra as relações entre pais e filhos de qualquer espécie animal – e humana por extensão. O chefe de uma família indígena narra contos e lendas às crianças que envolvem bichos do ar, do rio e da terra. Um pássaro tenta aprender a voar com o apoio da mãe; o filhote de uma família de sapos cantores “desafina”; uma piranha come tudo o que vê pela frente, e assim por diante.



Dia 12/11
18h30 às 21h30, na Oficina 3
Oficina “Cenografia”
(Acima de 15 anos) Grátis - 15 vagas. Inscrições: matricula@ribeirao.sescsp.org.br
(Com Beto Andreatta e Dino Soto, da Cia Pia Fraus)
Destinada a atores, produtores teatrais e cenógrafos, a oficina compartilha a história de mais de 20 espetáculos encenados em 26 anos de existência do grupo Pia Fraus, com jovens artistas interessados no exercicio da cenografia. Através de um dialogo ilustrado serão analisadas as soluções encontradas pelo grupo em suas encenações desde os espetáculos de rua aos infantis e adultos. A oficina também propõe um desafio prático com o desenvolvimento de soluções cenográficas para estórias sugeridas pelos oficineiros.
Beto Andreatta realizou várias peças junto da Pia Fraus, entre as infantis, "Filhotes da Amazônia", que recebeu o prêmio de melhor cenografia pela APCA; "Primeiras Rosas", "Bichos do Mundo" e "Bambolina". Em parceria com o grupo Parlapatões, criou o "Circo Roda Brasil", o espetáculo "Stapafúrdyo", em 2006 e "Oceano", em 2008. Atualmente prepara a estréia do novo espetáculo "DNA", com estréia prevista para o final de 2010. Dino Soto é artista plástico, nascido em Lima, Peru. Atualmente vivendo no Brasil, trabalha para Cia. Pia Fraus nos espetáculos ”Filhotes da Amazônia”, ”Bambolina”, ‘’Bichos do Brasil’’, ‘’Olhos Vermelhos’’, ‘’Hércules’’ e ‘’100 Shakespeare’’.



Dia 12/11
20h - Teatro Municipal (Livre)
“Othelito”
(Cia. Vagalum Tum Tum)
O espetáculo conta a história de Othelito, um general medroso e ciumento, que é apaixonado por uma linda jovem, Desdêmona. A moça, para azar de Othelito, é filha de Brabâncio, um velho senador muito autoritário, que não concorda com o casamento dela com o general, por se tratar de um mouro. Othelito, em suas muitas batalhas, conta com a ajuda de dois soldados: Cássio, que é super cavalheiro e honrado, e Iago, que quer se tornar tenente a todo custo. O general Othelito, tendo que escolher entre os dois soldados para ser seu fiel escudeiro, nomeia Cássio seu “braço direito mais que direito”. Ao ver seu rival promovido, o invejoso Iago jura que vai se vingar. A partir daí o invejoso começa a fazer várias fofocas para que Othelito se dê mal. O general acaba caindo nas armadilhas do inimigo e passa a duvidar da fidelidade de sua esposa Desdêmona e de seu amigo Cássio. Mas como a mentira tem perna curta... você vai ver só o que vai acontecer!
Entrada: o ingresso poderá ser trocado por 2kg de açúcar, que serão doados ao Fundo Social de Solidariedade de Ribeirão Preto. Postos de troca e Informações: BBCOP – Rua Bernardino de Campos, 621 – fone 3632.1400; UNIMED –– Rua Lafaiete, 808 (das 8 às 17h) – fone 3605.2279; UNIODONTO – Av. Nove de Julho, 1405 (fone 3635.2551).


Dia 13/11
10h - Calçadão, Praça XV (Livre)
“Andanças”
(Teatro dos Andarilhos: Bruna Machado, Marina Madeira, Ney Borges, Rafael Bougleux, Thais Foresto, Robson Haderchpek)
"Andanças" é um espetáculo teatral criado com base nos princípios do processo colaborativo e que traz como tema a questão da transitoriedade e da fé. Cinco atores representam um grupo de andarilhos que se encontram para compartilhar histórias e experiências que se misturam, fazendo-nos refletir sobre as andanças de todos nós, homens e mulheres, adultos e crianças. Música, cantos, crenças populares e depoimentos são utilizados para conduzir e envolver o público num espetáculo itinerante encenado na rua. E ao longo desta peregrinação busca-se despertar na memória de cada espectador o resgate do passado, das histórias, do saudosismo, da melancolia e da alegria de trilhar seus próprios caminhos.

Dia 13/11
20h - Teatro Municipal (16 anos)
“O Assassinato do Anão”
(Cia do Estômago Brasileira de Teatro: André Mendes, Douglas Faria, Fernanda Pacheco, Flavia Pacheco, Luciane Pereira, Leka Brandão, Marcelo Moda, Carol Veloni)
O mais proibido e mais premiado autor de teatro brasileiro, Plínio Marcos, criador de peças já clássicas como "Dois Perdidos Numa Noite Suja" e "Navalha na Carne", escreveu sua primeira novela policial. Com base numa investigação sobre o suposto assassinato do anão Janjão, de um circo cigano e mambembe que um dia tem a má sorte de instalar-se numa cidadezinha provinciana no interior do Brasil, Plínio Marcos ataca à hipocrisia, o autoritarismo, a violência militar e policial, os políticos e até os meios de comunicação com seu linguajar cru e escrachado. "O Assassinato do Anão do Caralho Grande" já é um clássico da literatura picaresca.



Dia 14/11
14h - Theatro Pedro II (Livre)
“São Jorge e o Dragão”
(Cia Cornucópia de Teatro: Adriana Scannavez, Fabrício Papa, Juliano Barbosa, Rafael Ravi, Renata Torraca, Rosana Pavinski, Kiko Pincerati, Tiago Manoel, Wellington Marques, Dino Bernardi - direção e concepção, Ana Luiza Gentil – texto)
Baseado nas novelas de cavalaria, no teatro medieval e na literatura de cordel, o espetáculo revive o mito de "São Jorge e o Dragão". Conta a história de um rei ambicioso e do cavaleiro Jorge, numa de suas mais perigosas batalhas: é preciso salvar a linda princesa Margarita das garras de um monstro enfadonho que assola a toda uma cidade!



Dia 14/11
20h - Auditório Meira Jr. (12 anos)
“Mohamed - A Versão Não Autorizada da Arca de Noé”
(Cia Balaco do Bacco: André Cruz e Renato Grecco)
O espetáculo, “Mohamed - A Versão Não Autorizada da Arca de Noé”, conta uma das histórias mais conhecidas do mundo: a passagem bíblica do dilúvio. O autor traça um paralelo divertido entre a suposta sociedade daquela época e a atual. Faz uma crítica às relações humanas e seus pontos fracos. Nesta releitura, Mohamed, único trabalhador contratado para construir aquela imensidão arquitetônica, a Arca de Noé, se mete nas mais hilárias confusões e situações. Através do drama deste humilde trabalhador, vemos as dificuldades de toda uma classe de pessoas que ainda sobrevivem graças à habilidade inata de resistir a encontrar saídas criativas para as adversidades.



Dia 14/11
20h - Teatro Municipal (14 anos)
“Vestido de Noiva”
(Grupo TPC: Vanessa Isola, Juliana Sfair, Lívia Mello, Emília Chiappina, Tiago Cervantes, Marta Souza, Adriana Guimarães, Fábio Moreno, Elza Martins, Orlando Oliveira, Matheus Barbassa)
Uma família feliz. Um baú de uma famosa cafetina. Desejos reprimidos. Duas irmãs. Um homem. Marcha Nupcial. Um só casamento. Buzina de automóvel. Rumor de derrapagem violenta. Som de vidraça partidas. Um acidente. Silêncio.
Ambulância. Silêncio. Marcha Fúnebre. Uma tragédia da memória. Nesse espetáculo, o espectador acompanhará o conflito entre duas irmãs que amam o mesmo homem através do delírio quase "post mortem" de uma delas. Fazendo uso de uma suspensão temporal, Nelson Rodrigues, mistura três planos (Realidade, Alucinação e Memória) para contar uma história que mistura elementos realistas, poéticos e surreais. Vestido de noiva é considerada até o hoje o marco inicial do moderno teatro brasileiro.

Dia 15/11
14h - Theatro Pedro II (Livre)
“História de Lenços e Ventos”
(Triope Teatral: Alcimar Santos, Felipe Baneiro, Thais Pupo e Tim Fabril)
Esta peça conta a história de Azulzinha, um lencinho que quer aprender a voar e descobrir o mundo do quintal. Mas nessa aventura, aparece o Rei Metal Mau, que rapta Azulzinha deixando-a presa, sem poder voar e descobrir novas coisas. A sorte da nossa protagonista é ter a amizade do Papel, que segue as ondas dos ventos da madrugada até salvar a Azulzinha. A história se passa num quintal, com vários objetos velhos e lenços pendurados, e é nesse ambiente que o grupo resolveu cr
iar o espetáculo, despertando a imaginação da criança e resgatando a brincadeira no quintal. Esta peça trata do resgate da brincadeira, na qual quatro atores se deparam com um quintal cheio de objetos velhos e muitos lenços pendurados num varal, e começam a criar a história através da manipulação desses objetos. Os quatros atores variam de personagens dependendo do objeto que estão manipulando e a sonoplastia é realizada em parte em cena através de instrumentos musicais como cajón, castanholas ou dos próprios sons produzidos com a manipulação dos objetos, como um regador pingando suas gotas de água em uma bacia, ou até mesmo uma chapa de alumínio produzindo o barulho de um trovão. Dessa forma, despertamos na criança a capacidade de imaginar e criar histórias através daquilo que para uns era apenas sucata, mas que para os atores tem um grande potencial de se transformar em uma grande história que faz brilhar o olho da criança e despertar sua imaginação para aquilo que está a sua volta.



Dia 15/11
20h - Auditório Meira Jr. (16 anos)
“Mulheres da Silva”
(Núcleo de Teatro Queratina: Zezé Cherubini, Márci Santanna, Cris França e Ademir Esteves)
Espetáculo criado a partir de pesquisas sobre algumas das situações que envolvem a mulher até chegar à prostituiçao. O Núcleo enveredou-se pela saga de mulheres, desde o início do século 20 até a atualidade, enfocando as que vivem à margem da sociedade. Três mulheres circulam pelas dificuldades, ambições, sonhos e conseqüências de suas falta de escolhas. Com um toque de humor, chegamos à crueldade que o homem impõe a si e a seus semelhantes.



Dia 16/11
14h - Theatro Pedro II (12 anos)
“Carestia”
(Cia Cornucópia de Teatro: Rafael Bougleux, Renata Torraca - Dino Bernardi, direção e concepção)
Livre adaptação da obra "De sol a sol", de Lucília Junqueira de Almeida Prado. Um homem imerso nas lembranças de sua vida reúne os anseios e motivações que o constituem. A vida no campo, um pai silencioso, a vontade de terminar a quinta série, a mãe e os avós que trabalham de sol a sol, e o eterno apego pelas coisas de sua terra, num tempo em que a careza da vida tomava conta de seu entendimento de mundo.



Dia 16/11
20h - Theatro Pedro II (14 anos)
“Bandeira & Drummond”
(Companhia das Cenas: Ricardo Martins, Fabrício Floró e Ulisses Lopes)
O espetáculo “Bandeira e Drummond” vem trazer as poesias e o encontro dos dois maiores poetas brasileiros do sáculo XX com suas reflexões existencialistas. Manuel Bandeira, o poeta do “alumbramento” e paixão pela vida dissimulada, dissonante e despojada de suas poesias; e Carlos Drummond de Andrade, que em suas poesias tem o lirismo marcado pelo momento histórico e que traz um eu lírico complicado, torturado, estilhaçado.


Dia 17/11
Das 19h às 22h – Auditório da Casa da Cultura
3º Fórum ”Política Pública de Teatro para Ribeirão Preto”

sábado, 6 de novembro de 2010

VII Mostra Nacional de Teatro do Oprimido de Londrina: O Teatro do Oprimido e Outras Poéticas Políticas - Trilhas e Rumos para um Teatro Popular.

Acontece de 25 a 28 de novembro de 2010

25 de novembro
Quinta

CADASTRAMENTO
(Vila Cultural Casa do Teatro do Oprimido)
9:00 AO 12:00.


Mesa Redonda
“Caminhos para um Teatro Popular
14:00 H AS 15:30H


A PEREIRA DA TIA MISÉRIA
Núcleo Ás de Paus
Londrina – PR
17:00 H

(EM FRENTE AO BANCO DO BRASIL)

ACORDES
Cia Cênica
São José do Rio Preto – SP

(ESCOLA MUNICIPAL DE TEATRO)

26 de novembro
Sexta

Demonstração de Processo de Trabalho do Grupo Nativos Terra Rasgada
Sorocaba - SP
ESCOLA MUNICIPAL DE TEATRO
9:00 AO 12:00

AS ESPERTEZAS DE ARLEQUIM
Arte da Comédia
Curitiba – PR
15:00H

(PRAÇA MARECHAL FLORIANO PEIXOTO)

PINDORAMA: A SAGA DE UM CRISTO
Grupo Teatral Nativos Terra Rasgada
Sorocaba – SP
17:00 H
(EM FRENTE AO BANCO DO BRASIL)

RELAÇÕES EM CONFLITO
FOFA
Florianópolis – SC
ESCOLA MUNICIPAL DE TEATRO
21:00 H

27 de novembro
Sábado

DIAS CONTESTADOS
Caos e Acaso /FTO
Londrina- Pr
PRAÇA MARECHAL FLORIANO PEIXOTO
10:00h

Demonstração de Processo de Trabalho:
"Dramaturgia e espaço cênico de rua: em busca de uma comédia dell'arte Brasileira"
Grupo Arte da Comédia
Curitiba – PR
14:00h as 17:00hs
(Vila Cultural Casa do Teatro do Oprimido)

Mesa Redonda:
“A Sobrevivência do Teatro de Grupo Hoje
18:30 as 19:30
(Vila Cultural Casa do Teatro do Oprimido)


DE EFECTO MEFISTÓFELES
La Vueltalperro Teatro
Córdoba – Argentina
ESCOLA MUNICIPAL DE TEATRO
21:00 H

28 de novembro
Domingo

Demonstração de Processo de Trabalho
do Grupo La Vueltalperro Teatro
Córdoba – Argentina
ESCOLA MUNICIPAL DE TEATRO
9:00 AO 12:00

HOMENS LIVRES
Teatro de garagem
Londrina – PR
10:00
Feira Livre Av Saul Elkind- Zona Norte.
(Em frente ao Centro Cultural)

Demonstração de Processo de Trabalho do Grupo Caos e Acaso de Teatro:
“Café Quente em noite Fria: Dramaturgia Colaborativa”
Londrina – Pr
14:00 as 17:00
VILA CULTURAL CASA DO TO
14:00 as 17:00

O INQUÉRITO PARA SABER COMO O HOMEM AJUDA O HOMEM
Grupo O.T. O / FTO
Londrina – PR
ESCOLA MUNICIPAL DE TEATRO
21:00

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Festival A Cena Tá Preta - Bahia


Arte, cultura, teatro e diversidade são alguns dos elementos presentes na segunda edição do festival A Cena Tá Preta! que acontecerá no mês de novembro, no Teatro Vila Velha. Organizado pelo Bando de Teatro Olodum, em parceria com o Coletivo de Produtores Culturais do Subúrbio, A Cena Tá Preta! busca dar mais visibilidade à Cultura Afro, em comemoração ao mês da consciência negra. O Festival começa no dia 5 de novembro e se estende por todo mês. As atividades terão preços populares e acontecerão em diversos horários.

Programação: Aqui

Dia de Visita - Cia Fábrica de Teatro


Espetáculo baseado nas obras "Barrelo" e "Mancha Roxa", de Plínio Marcos

No trajeto pelo submundo, o público será convidado a escolher uma cela para visitar. A partir desta decisão, entre a cela masculina ou a cela feminina, conhecerá histórias distintas, porém, iguais na violência e crueldade com que Plínio retratou o cotidiano de dois presídios brasileiros.

De 05 a 21 de novembro de 2010
Subsolo do Dulcina
Lotação: 65 lugares
De sexta a domingo
Ingressos: R$ 20,00 e R$10,00
Censura: 18 anos

Video:

Não Perca!

De Volta aos Anos 90 - Cia de 4 é Melhor


Este grupo tem se destacado no cenário, por um misto de besterol e talento. vale a pena assistir a este engraçadissimo espetáculo.
De 12 a 14 de novembro, o Grupo De 4 é Melhor apresenta o espetáculo De Volta aos Anos 90. Sempre a partir das 20h no Teatro dos Bancários.
Veja algumas cenas:
SIGA de 4 é melhor

5 DE NOVEMBRO - DIA NACIONAL DA CULTURA BRASILEIRA


CULTURA E DIVERSIDADE

O Brasil é um país cuja principal marca cultural é a mistura. Desde o começo de sua história, o país foi marcado pela presença de diferentes povos e culturas, fazendo com que sua formação tivesse grande diversidade e mistura. Aqui viviam povos indígenas, em tribos, com uma cultura guerreira, muito ligada à natureza; em 1500 chegaram os colonizadores portugueses, que trouxeram para cá a cultura européia, com uma forte influência moura. O uso do negro africano como escravo na colônia, trouxe ainda novas crenças, falas e costumes, que as poucos foram se misturando e integrando a cultura local.


Posteriormente, com o fim da escravidão, diversos outros povos ainda vieram para o país, como italianos, japoneses e alemães, cada um acrescentando ao Brasil um novo detalhe cultural.

Com toda essa miscigenação de povos e culturas, não é de se estranhar que o Brasil tenha na sua língua, costumes, religião e manifestações culturais traços únicos, que podem se assemelhar a outras culturas do mundo, mas que sempre tem seus detalhes particulares.

A Língua

Apesar de aqui se falar o Português, Brasil e Portugal possuem algumas diferenças entre suas línguas. O português brasileiro traz a essência de Portugal, mas incorporou termos da fala das tribos indígenas e dos povos africanos.

No início do período colonial, o número de índios era muito maior que o de portugueses, por isso, a língua Tupinamba, indígena, era a mais usada e dela derivou a língua geral, que era aqui usado até o início do século XVII. Quando os portugueses começaram efetivamente a ocupar o território brasileiro, o português passou a ser língua mais usada, mas já incorporando algumas palavras indígenas. Com o início do tráfico negreiro, detalhes das línguas africanas começaram a se misturar ao português.

Hoje em dia, o português brasileiro é muito diferente do de Portugal e possui diversas alterações regionais, como o caipira (das regiões interioranas), o carioca (do Rio de Janeiro), o mineiro (de Minas Gerais), o gaúcho (do Rio Grande do Sul) e outros.

Entre as palavras herdadas do tupi, destacam-se os nomes de pessoas, como Araci, Iara, nome de estados e formações naturais, como Ceará e Ipanaema, algumas doenças como catapora, e substantivos ligados à natureza, como mandioca e urupema.

Religião

O Brasil é marcado por uma grande diversidade de religiões, assim como pela liberdade de escolha e pela tolerância. A maior parte da população, 60%, é católica, uma das maiores heranças de Portugal. Mas muitas outras religiões se manifestam por aqui. Mais recentemente, começou a se manifestar no país o espiritismo, e hoje o Brasil concentra o maior número de espíritas do Mundo. O protestantismo também possui muito espaço aqui, sendo a segunda religião em adeptos; caracteriza-se pela livre interpretação da bíblia e pela grande variedade de denominações e grupos.

Também estão muito presentes as religiões afro-brasileiras, formadas por religiões trazidas da África pelos escravos e também pelo sincretismo de religiões. O candomblé é um exemplo, com cultos, cantos e danças sobreviventes da África Ocidental. Há também a Unbanda, um misto de candomblé, com catolicismo e espiritismo.

Existem ainda manifestações de muitas outras religiões, vindas dos mais diversos lugares do mundo, como o islamismo, o judaísmo, o neopaganismo ou o mormonismo.

Arte


Durante os primeiros séculos de colônia, a arte no Brasil estava intimamente ligada à portuguesa, com os movimentos artísticos europeus, como o renascimento, maneirismo, barroco, rococó e neoclassicismo.

Mas mesmo neste período uns toques típicos da cultura que aqui se formavam já se manifestavam, um exemplo são as esculturas de Aleijadinho nas igrejas de Minas Gerais ou os anjos negros nas pinturas de Manuel da Costa Ataíde.

No início do século XIX, as artes começam a ser ensinadas academicamente, e cada vez mais características nacionais, e nacionalistas, foram incorporadas, tendo como principal manifestação o romantismo, que exaltava as terras e o povo brasileiro.

Até o século XX, as artes brasileiras acompanharam as correntes européias, colocando um pouco do Brasil nelas, passando assim pelo realismo, naturalismo, simbolismo e parnasianismo, e criando grandes nomes na literatura, na pintura, na música, na escultura.

No século XX a arte no país renovou-se completamente, com o movimento Modernista, que quis criar uma arte genuinamente brasileira, buscando sua fonte na cultura popular. Esse movimento foi marcado pela Semana de Arte Moderna de 1922, quando seus principais trabalhos foram exibidos. Os artistas desta fase, como Villa Lobos, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Di Cavalcante, são ainda grandes nomes da cultura brasileira.



É claro que não se pode esquecer-se da cultura popular do país e de toda a arte que produz, seja na literatura, com histórias e contos folclóricos de origem indígenas; seja nas artes plásticas, com trabalhos em cerâmica; ou seja na música e na dança, onde deixa seus principais traços, criando ritmos e festivais únicos, como a bossa nova, o samba e o carnaval.

Fonte: www.fea.usp.br


5 DE NOVEMBRO - DIA NACIONAL DA CULTURA BRASILEIRA

A cultura brasileira é tão diversa que não se pode falar dela em apenas um dia. Apesar disso, hoje foi escolhido para festejarmos as manifestações culturais de norte a sul e de leste a oeste.

O Brasil, como todos já sabem, é um país de formação multi-racial e por isso carrega um pouco do costume de cada povo que aqui veio morar. Dos negros, herdamos o candomblé, a capoeira, parte do nosso vocabulário e muito do nosso folclore. Dos índios, herdamos o artesanato, a pintura, comidas exóticas como o peixe na folha da bananeira e a rede. Do português, ficamos com o costume católico, a língua, as roupas.

Essa mistura toda não se deu de maneira pacífica, mas sim por meio da dominação cultural e da escravização de índios e negros. No entanto, características culturais de ambas etnias sobreviveram ao tempo e hoje compõe uma enorme riqueza cultural. Alguns estudiosos, como o escritor Sérgio Buarque de Holanda, acreditam que o fato de outras culturas permearem a cultura brasileira nos tornou “desterrados em nossa própria terra”. O movimento modernista da década de 20 mostrou a idéia de intelectuais que sentiam falta de um caráter estritamente nacional e que importava modelos sócio-culturais. O escritor Mário de Andrade construiu o personagem “Macunaíma” para retratar isso.

Independente da existência ou não de uma identidade nacional, o fato é que temos muito que comemorar hoje. Os costumes do povo brasileiro, seu folclore, suas comidas e suas músicas são neste sentido, grandes representantes das peculiaridades da cultura do país.

Folclore

O folclore brasileiro é recheado de lendas e mitos como o Saci-pererê, um menino de uma perna só que mora na floresta, usa um gorro vermelho e fuma cachimbo. Uma de suas travessuras mais comuns é emaranhar a crina dos cavalos de viajantes que acampam na floresta. Seu nome vem do tupi-guarani. Outras lendas como a da Mula-sem-cabeça, do Curupira, Iara Mãe D’Água, Boi Tatá, o Negrinho do Pastoreio e do Boto cor de rosa também são bastante conhecidas.

Música

A música estava presente no cotidiano do índio e do negro, relacionada tanto ao simples prazer quanto a rituais religiosos. As cantigas de roda infantis e as danças de quadrilhas são de origem francesa. Pela influência de vários povos e com a vinda de instrumentos estrangeiros (atabaques, violas, violão, reco-reco, cuíca e cavaquinho), inventamos o samba, o maracatu, o maxixe e o frevo. Inventamos também o axé, a moda de viola, que é a música do homem do interior, e o chorinho. Alguns movimentos musicais, como a Bossa Nova e a Tropicália, também foram importantes na formação musical brasileira.

Comida

Assim como em outras instâncias da nossa cultura, o índio, o negro e o branco fizeram essa miscelânea que é nossa tradição culinária. Aprendemos a fazer a farinha de mandioca com os índios e dela fazemos a tapioca, o beiju e também o mingau. A feijoada é fruto da adaptação do negro às condições adversas da escravidão, pois era feita com a sobra das carnes. O azeite de dendê também é uma grande contribuição africana à nossa culinária, pois com ele fazemos o acarajé e o abará. Os portugueses nos ensinaram técnicas de agricultura e de criação de animais. Deles, herdamos o costume de ingerir carne de boi e porco, além de aprendermos a fabricar doces, conservas, queijos, defumados e bebidas.

Fonte: UFGNet

Vox Mundi - Aula aberta

Yoga Voice, o som, a voz e o canto em suas dimensões estéticas e terapêuticas.

O MÉTODO desenvolvimento vocal, treinamento da mente e estratégias de saúde são integradas. Para isso, uma vasta gama de técnicas vocais de diferentes culturas é explorada através da prática de formas indígenas e clássicas de culturas tão diversas quanto a européia, a tibetana, a brasileira (especialmente indígena), da África e da India.Os programas abrangem diferentes temáticas, tais como:

• As bases somáticas do desenvolvimento da voz;
• Aspectos acústicos e espirituais da produção do tom;
• Respiração, alcance e afirmação. Relaxamento e reflexibilidade da voz;
• Diagnóstico de problemas com a voz. Ferramentas para liberar áreas bloqueadas;
• Cantar com um pedal. Ornamentos vocais e canto dos hormônios;
• Canto de modos, raga e rasa, e linguagem dos tambores;
• Música vocal do mundo e improvisação;
• Poesia Sonora. Escrita musical;
• Canto e Visualização guiada;
• Chanting, meditações vocais e sons de cura ancestrais;
• Cantos indígenas de diversas partes do mundo;
• Técnicas vocais da música contemporânea;
• Habilidades instrumentais básicas para acompanhamento da voz;
• Foco, treinamento da mente e estratégias de escuta;
• Musicoterapia e técnicas de cura através do som na clínica;
• Combinando terapia vocal e necessidades clínicas
• Bibliografia e discografia customizadas.

OS RESULTADOS

• A voz é liberada e pode alcançar o refinamento desejado.
• Estudantes descobrem qual cultura musical lhes abre as portas para revitalizar seu trabalho e enriquecer sua vida.
• A imaginação musical é nutrida e um sentimento de confiança artística surge. No caso de participantes que sejam professores de canto ou musicoterapeutas, os resultados são percebidos na habilidade com que irão aplicar as tecnologias vocais transculturais facilitando o trabalho transformativo com eles próprios e com seus seus clientes.
Para Saber Mais: SITE VOX MUNDI

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Galeria Caixa Brasil - No Dia Nacional da Cultura Brasileira


A CAIXA Cultural Brasília convida para a inauguração do projeto Galeria CAIXA Brasil, a maior mostra simultânea de arte já vista no país, com mais de 600 obras de arte expostas em 27 capitais.

Abertura:
Dia 5/11/2010 (Dia Nacional da Cultura Brasileira);
Hora: 19h;
Local: CAIXA Cultural Brasília, Setor Bancário Sul, Quadra 4, Lotes 3/4.

Visitação de 6 a 28/11/2010.

“Em Alguma Parte” - Ferreira Gullar


Vida longa a Gullar!

Aos oitenta anos, o poeta, escritor, jornalista, dramaturgo, tradutor e roteirista, Ferreira Gullar

lança o livro “Em Alguma Parte”,

A obra reúne 58 poemas inéditos em que o poeta trata desde o exílio a fatos cotidianos.

A obra é uma abordagem biográfica e de leituras que formaram este grande poeta.

Aqui vai um trecho da obra do nosso eterno comunista:

“Que a sorte me livre do mercado/ e que me deixe/ continuar fazendo (sem saber)/ fora do

esquema/ meu poema/ inesperado...”


Gullar também teve grande participação no campo teatral que vai desde traduções a montagens:



Obras teatrais traduzidas:


Ubu rei, Alfred Jarry, 1972


Cyrano de Bergerac, Edmond Rostand, 1985


Lés pays des éléphants, Louis-Charles Sirjacq, 1989


As mil e uma noites, 2000


Don Quixote de la Mancha, Cervantes, 2002

Parcerias no Teatro:

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come, com Oduvaldo Viana Filho, 1966

A saída? Onde fica a saída?, com Antônio Carlos Fontoura e Armando Costa, 1967

Dr. Getúlio, sua vida e sua glória, com Dias Gomes, 1968

Montagens Teatrais:

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Direção de Gianni Ratto.
Teatro do Grupo Opinião - Rio de Janeiro, 1966



A saída? Onde está a saída? Direção de João das Neves.
Teatro do Grupo Opinião - Rio de Janeiro, 1967

Poema sujo. Direção de Hugo Xavier.
Sala Sidney Miller - Rio de Janeiro, 1980

Dr. Getúlio, sua vida e sua glória. Direção de José Renato.
Teatro João Caetano e Teatro do Grupo Opinião - Rio de Janeiro, 1968 e
Teatro João Caetano, direção de Flávio Rangel, 1983

Um rubi no umbigo. Direção de Bibi Ferreira, Teatro Casa Grande - Rio de Janeiro, 1979.